A Copa de 1950 sob o olhar uruguaio

Para mostrar os dois lados de uma batalha em Iwo Jima, na 2ª Guerra Mundial, Clint Eastwood filmou em 2006 os dois lados do confrontro: "A Conquista da Honra", com ênfase nos Estados Unidos, e "Cartas de Iwo Jima", uma rara versão do lado japonês. Essa visão dupla é sempre bem-vinda, pois ajuda a colocar … Continue lendo A Copa de 1950 sob o olhar uruguaio

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Notas de leitura

"Um, Dois e Já" (CosacNaify), de Inés Bortaragay O país é o Uruguai, o tempo, a ditadura - ou o fim dela. Em nenhum momento da novela o leitor fica sabendo exatamente onde ou quando, a não ser em uma pequena referência logo no início, de um programa de rádio que insiste em falar em … Continue lendo Notas de leitura

Dos arquivos: Dois olhares sobre o amor

Um amigo está às voltas com a leitura de "Quem de Nós", de Mario Benedetti, autor uruguaio que ocupa lugar de honra na biblioteca de casa. Pensei no livro, tentando me lembrar da sua trama, e cai num texto que escrevi em 2007, para "O Tempo". Nele, entrelaçava o livro de Benedetti com uma nova … Continue lendo Dos arquivos: Dois olhares sobre o amor

Dos aquivos: “A Trégua”, de Mario Benedetti

Entrar na obra de um autor é sempre um enigma. Pode-se começar pelo romance mais fraco e incorporar uma certa antipatia, o que, em alguns casos, desestimula a descoberta. Mas há casos em que o início é com um livro que pode não só abrir portas, mas possibilitar descobertas e mergulhos no universo do autor. … Continue lendo Dos aquivos: “A Trégua”, de Mario Benedetti

O lance de Pelé que virou um livro: Sérgio Rodrigues fala de “O Drible”

O livro começa com a descrição do gol que Pelé não fez contra o Uruguai, na Copa de 1970, um drible sem tocar a bola que deixou o goleiro Mazurkiewicz perdido. São seis páginas que resumem os nove segundos do lance, do passe de Tostão ao chute de Pelé que passa rente à trave direita … Continue lendo O lance de Pelé que virou um livro: Sérgio Rodrigues fala de “O Drible”

O outro lado da América Latina

Não dá para dizer que a literatura latino-americana é desprezada no Brasil. Afinal, as livrarias estão encharcadas de nomes como Borges, Gabo, Llosa, Paz, Sábato, Casares, Benedetti, Bolaños, Neruda, Onetti e Cortázar. Mas talvez falte algo além dos nomes consagrados. Já escrevi sobre o chileno José Donoso e o guatemalteco Rodrigo Rey Rosa, nomes que … Continue lendo O outro lado da América Latina