Notas de leitura

"Áden, Arábia" (Estação Liberdade), de Paul Nizan Descontente com os rumos da Europa, ainda colhendo os resultados da 1ª Guerra Mundial e já experimentando os dissabores da 2ª, o filósofo francês optou pela fuga. Viajou para Áden, na época um protetorado britânico na confluência entre os mares Vermelho e Arábico - hoje, faz parte do Iêmen. … Continue lendo Notas de leitura

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Da biblioteca de casa: “A Náusea”

"Não tive aventuras. Aconteceram-me histórias, fatos, incidentes, tudo o que quiser. Mas não aventuras. Não é uma questão de palavras; começo a entender. Há algo que eu prezava mais do que todo o resto, sem perceber muito bem. Não era o amor, Deus meu, nem a glória, nem a riqueza. Era... Enfim eu imaginara que … Continue lendo Da biblioteca de casa: “A Náusea”

Dos arquivos: Vittorini em três atos

Não me lembro de um livro que eu tenha começado sem ter passado antes pela orelha. Sou leitor de orelha também, e não consegui ficar imune ao texto de Leonardo Fróes para "Sardenha como uma Infância" (Cosac Naify), de Elio Vittorini. Assim ele começa: "É difícil não mergular com interesse num livro que começa afirmando: … Continue lendo Dos arquivos: Vittorini em três atos

Dos arquivos: Dois romances em busca do equilíbrio

Nietzsche, em seu prólogo para “Humano, Demasiado Humano” (Companhia das Letras), questiona o que os poetas e toda a arte no mundo fizeram a não ser falsificar e criar poeticamente tudo o que ele precisava. E nada mais urgente do que comprovar as fraquezas humanas, seus desejos e desesperos, um tesouro escondido nas entranhas, de … Continue lendo Dos arquivos: Dois romances em busca do equilíbrio