“Mate Minha Mãe”: O noir pelas mãos de Jules Feiffer

Logo na abertura do livro, o autor já indica o que o leitor encontrará, ao citar as referências em um agradecimento. "Mate Minha Mãe" (Quadrinhos na Cia) vai homenagear o noir: além de Will Eisner, referência no mundo dos romances gráficos, estamos diante de escritores e cineastas que consagraram o gênero nos anos 40, como … Continue lendo “Mate Minha Mãe”: O noir pelas mãos de Jules Feiffer

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A HQ que transforma Pinóquio num robô sexual e subverte personagens de fábulas

No lugar do Grilo Falante, uma barata, o Jimmy. O nariz que cresce quando surge uma mentira tem novas funções, principalmente sexuais, praticadas pela mulher do Gepeto. Gepeto que não é um senhorzinho marceneiro, mas um inventor que criou um robô. O Pinóquio inventado pelo escritor italiano Carlo Collodi ganhou uma versão um tanto livre por Winshluss, pseudônimo … Continue lendo A HQ que transforma Pinóquio num robô sexual e subverte personagens de fábulas

HQ mistura crônica pessoal e relato de viagem para retratar a vida na Birmânia

O artista canadense Guy Delisle costuma acompanhar sua mulher, que trabalha na ONG Médicos Sem Fronteiras, pelas andanças pelo mundo. Alguns desses lugares se transformam em HQs, que misturam relatos de viagem e do cotidiano no país estrangeiro. A Zarabatana lançou quatro desses álbuns de viagem, deliciosos relatos que Delisle compõem com bom humor, crítica social e um … Continue lendo HQ mistura crônica pessoal e relato de viagem para retratar a vida na Birmânia

Quer rir? Leia “Xula”. Agora

Enfim, humor rasgado, politicamente incorreto, às vezes tosco, em todas as vezes criativo e, claro, engraçadíssimo. A revista "Xula", lançada de forma independente, reúne o trabalho de quatro artistas - Bruno Di Chico, Bruno Maron, Calote e Ricardo Coimbra -, editado pela publicitária e criadora da página Maria Nanquim no Facebook, dedicada a divulgar o trabalho … Continue lendo Quer rir? Leia “Xula”. Agora

Fotografia e quadrinhos se unem para retratar o Afeganistão

Fotografia, jornalismo e quadrinhos se unem em "O Fotógrafo" (Conrad), obra em três volumes que retrata o Afeganistão nos anos 80, ainda sob a invasão da então União Soviética. O livro, com o subtítulo "Uma História no Afeganistão", narra a viagem que o fotojornalista francês Didier Lefèvre fez para aquele país acompanhando uma equipe do Médico Sem … Continue lendo Fotografia e quadrinhos se unem para retratar o Afeganistão

Uma São Paulo vista por um peixe

Escrever e publicar atualmente não é mais um tarefa impossível para os comuns. Autofinanciamento, vendas pela internet, livro eletrônico são alguns dos recursos disponíveis para quem quiser se enveredar pelo mercado de livros. Há também o chamado crowdfunding, uma forma de arrecadação do dinheiro de produção por meio de interessados no livro. Alcançado o valor mínimo, o … Continue lendo Uma São Paulo vista por um peixe

Rui Tenreiro: “O historicamente correto é irrelevante e até indesejável”

A Bolha é uma pequena editora do Rio de Janeiro, com um trabalho artesanal de primeira e um catálogo pequeno, mas escolhido com olhos cirúrgicos. É dela o essencial “Gigantes do Jazz”, de Studs Terkel, tratado aqui. Uma das melhores coisas da editora é a HQ “A Celebração”, do moçambicano Rui Tenreiro. Radicado na Suécia, ele … Continue lendo Rui Tenreiro: “O historicamente correto é irrelevante e até indesejável”

O silêncio como palavra

Em tempos em que falar e escrever são medidos pelo excesso, é notável o trabalho que o francês Bastien Vivés realizou na HQ "O Gosto do Cloro" (Barbanegra/LeYa). O silêncio e o respeito ao tempo dos outros é o norte do livro, em que o ilustrador e roteirista faz uso de uma paleta de cores … Continue lendo O silêncio como palavra

Do FIQ para casa: a descoberta de autores e HQs

As leituras foram interrompidas no fim de semana prolongado assim que cheguei do FIQ BH (Festival Internacional de Quadrinhos). "A Cidade dos Anjos Caindo", de John Berendt, e "Conversas com Kubrick" ficaram descansando enquanto devorava HQs adquiridas na Serraria Souza Pinto, onde aconteceu o FIQ. O FIQ permitiu, a quem o visitou, descobrir autores e … Continue lendo Do FIQ para casa: a descoberta de autores e HQs

O prazer do retorno: McEwan, Rulfo e Crumb estão de volta

Provavelmente, eu teria o dobro de livros que tenho hoje se eu tivesse mantido a minha biblioteca intacta. Muitos, centenas se foram ao longo de anos. Doados, vendidos e trocados em sebos, vendidos no Estante Virtual, emprestados que nunca voltaram, perdidos nas mudanças. A maior parte deles não gera arrependimento. Mas alguns me obrigam a … Continue lendo O prazer do retorno: McEwan, Rulfo e Crumb estão de volta