A família, por Natalia Ginzburg

Não me lembro quem escreveu a resenha no jornal, só sei que aquele texto ficou guardado na memória, nunca cheguei a anotar em um papel, num bloco, na agenda do celular o nome daquele livro. Sempre me rodeava quando entrava numa livraria, física ou virtual, muitas vezes nem lembrava do desejo de ler tal obra. … Continue lendo A família, por Natalia Ginzburg

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Dos arquivos: Vittorini em três atos

Não me lembro de um livro que eu tenha começado sem ter passado antes pela orelha. Sou leitor de orelha também, e não consegui ficar imune ao texto de Leonardo Fróes para "Sardenha como uma Infância" (Cosac Naify), de Elio Vittorini. Assim ele começa: "É difícil não mergular com interesse num livro que começa afirmando: … Continue lendo Dos arquivos: Vittorini em três atos