Comentário, Ficção, Inglaterra

Uma decepção chamada “Funny Girl”. Ou como Nick Hornby conseguiu entregar um livro chato

Sou leitor de Nick Hornby desde 1998, quando foi publicado em português, pela primeira vez, "Alta Fidelidade" (na época, Rocco, hoje, Companhia das Letras). Li, desde então, todos os seus livros: "Um Grande Garoto", "Febre de Bola", "Como Ser Legal", "Slam", "Uma Longa Queda" e "Juliet, Nua e Crua". Sua prosa límpida, bem construída e… Continuar lendo Uma decepção chamada “Funny Girl”. Ou como Nick Hornby conseguiu entregar um livro chato

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Brasil, Entrevista

Dissecando Nick Hornby

O blog abre espaço pela primeira vez para a academia. Como o assunto Nick Hornby é caro a este editor, desde que li pela primeira vez o escritor inglês, em 1998 - seu "Alta Fidelidade", com aquela primeira capa da Rocco (ao lado)-, não poderia deixar de entrevistar o jornalista Thiago Pereira, que defendeu em… Continuar lendo Dissecando Nick Hornby

Argentina, Crônica, Ficção, Itália

Das listas do Facebook à memória de um filho

O Facebook tem algumas manias impossíveis de serem rastreadas. Por exemplo, em menos de duas semanas, a rede social, acometida de uma febre flemingniana (de Rob Fleming, o protagonista de "Alta Fidelidade"), virou museu, depois cinemateca e, por fim, biblioteca - e voltou ao cinema. Participei da corrente literária, que pedia, a convite de uma… Continuar lendo Das listas do Facebook à memória de um filho

Comentário, Ficção, Inglaterra

Memória fiel

Em 1998, comprei meu primeiro livro do Nick Hornby, o primeiro dele traduzido para o português. "Alta Fidelidade" fora lançado pela Rocco, com aquele padrão gráfico de capa que durou três livros. Hornby não era conhecido no Brasil - "AF" era de 1995 -, mas já havia feito certo estrago no exterior. Logo em seguida,… Continuar lendo Memória fiel