A reinvenção de uma literatura, por Enrique Vila-Matas

"História Abreviada de Literatura Portátil" capta o escritor num momento precioso, antes dos sucessos que o elevariam aos melhores da literatura espanhola.

Mais de 10 anos depois, o que fica de “Um Dia”?

O livro foi sucesso quando saiu, em 2009. Recupero um texto escrito em 2011 para relembrar o impacto da leitura e reavaliar a memória.

Um achado no meio de uma loja que já não existe mais

Em uma incursão por uma livraria exclusiva da Companhia das Letras, descobri Paula Fox e seu "Desesperados".

Sabato, em “A Resistência”: “Tenho uma esperança demencial”

Destaco alguns trechos do livro do escritor argentino, publicado quando ele tinha 89 anos.

Da biblioteca de casa: as viagens culturais de Ruy Castro e Heloisa Seixas

Ruy Castro e Heloisa Seixas escrevem sobre suas viagens desde os anos 80. O livro é um relato de turistas culturais, daqueles que viajam procurando lugares por onde passaram artistas e cenas de filme foram gravadas.

O traço que revisita a memória

Em "Reflexos e Sombras", Saul Steinberg usa de sua biografia para falar do seu trabalho. Vai até a Romênia natal extrair cheiros e cotidianos, passa pela Itália, onde fica mais pessoal, e chega aos Estados Unidos. Tudo intercalado por seus desenhos.

Manual de um sobrevivente: o relato de um viciado em crack

Em "Retrato de um Viciado Quando Jovem", Bill Clegg narra seu caminho pelo inferno rumo ao poço sem fundo das drogas.

Os livros que não terminei de ler

No post, comento sobre três obras que geraram expectativa, mas que cujas leituras foram interrompidas.

Daytripper: uma viagem em cores

Os brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá criaram uma HQ de rara sensibilidade, amarrada em um roteiro que explora as possibilidades de cores e transições.

Um romance policial para aliviar tensões

Para ajudar a abstrair em tempos de tensão, um livro policial funciona muito bem para mim. Caso de "O Homem de Beijing", do sueco Henning Mankell.