Dos arquivos: Vittorini em três atos

Não me lembro de um livro que eu tenha começado sem ter passado antes pela orelha. Sou leitor de orelha também, e não consegui ficar imune ao texto de Leonardo Fróes para "Sardenha como uma Infância" (Cosac Naify), de Elio Vittorini. Assim ele começa: "É difícil não mergular com interesse num livro que começa afirmando: … Continue lendo Dos arquivos: Vittorini em três atos

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Um Japão servido ao ponto

Entro na Fnac e vejo o cartaz: Feirão de Livros. Não sabia e nem era meu objetivo passar pela livraria. O cartaz provocou um desvio de rota. Procuro pelas prateleiras ou mesas com os livros da promoção. E nada. Até que pergunto a um vendedor onde ficam os livros do tal feirão. Ele me indica … Continue lendo Um Japão servido ao ponto

Um país parado no tempo

"O maior impedimento é a burocracia", interrompeu um dos engenheiros enquanto entrávamos no carro para almoçar na cidade, "a burocracia brasileira". Poderia ser um declaração dada por alguém que estivesse trabalhando em qualquer obra privada ou estatal hoje, mas não. O trecho é parte de "O Brasil em Movimento" (Benvirá), relato das viagens que John … Continue lendo Um país parado no tempo

O Brasil pelo estrangeiro

Emendo dois livros que de alguma forma se relacionam com o Brasil. Já terminei "O Brasil em Movimento", de John dos Passos. Agora, me envolvo com "O Vale do Fim do Mundo", de Sándor Lénárd. O primeiro é uma espécie de caderno de viagem, resultado de três passagens do escritor americano em meados do século … Continue lendo O Brasil pelo estrangeiro