Comentário, Ficção, Holanda

Notas sobre “Tirza”

O romance é daqueles que avançam em tensão, mas não de forma súbita. Grunberg arquitetou com maestria o andamento do livro, ao criar dois atos que se opõem no quesito dramaticidade.

Alemanha, Argentina, Ficção, México, Notas de leitura

Notas de Leitura: crônica de alguns fracassos

Sobre Juan Villoro, Martin Walser e Alan Pauls e a impossibilidade de prosseguir.

Brasil, Ensaio, Estados Unidos, Ficção, Notas de leitura, Policial/Suspense, Suécia

Notas de Leitura – Gordon Lish, Mankell e ensaios sobre violência policial

Nestas Notas, um livro de contos, outro de ensaios sobre a violência da PM e um romance policial.

Comentário, Ficção, Itália

“A Filha Perdida” reforça vigor narrativo de Elena Ferrante

Livro antecede situações que serão retomadas na tetralogia italiana.

Ficção, Japão, Notas de leitura

Notas de Leitura – Três autores japoneses

Anotações sobre a leitura de três autores japoneses, todos excepcionais: Nagai Kafu, Jun'Ichiro Tanizaki e Akutagawa.

Brasil, Comentário, Ficção

“Quarenta Dias”: a literatura de resistência e confronto de Maria Valéria Rezende

"Quarenta Dias" (Alfaguara) é o primeiro livro que leio de Maria Valéria Rezende, escritora com forte atuação na literatura infantil e que venceu o Jabuti de 2015 com esse título. Era uma autora que eu namorava havia tempos, desde que li um texto do crítico Alfredo Monte sobre "O Voo do Guará-Vermelho". Sua prosa é… Continuar lendo “Quarenta Dias”: a literatura de resistência e confronto de Maria Valéria Rezende

Brasil, Entrevista, Ficção

Julián Fuks: “A melhor maneira de resistir aos fatos é começar por assumi-los sem meias palavras”

"A Resistência" (Companhia das Letras) chega ao fim de 2016 consagrado. Venceu o Prêmio Jabuti de Livro de Ficção do Ano e ficou em segundo lugar no Prêmio Oceanos. No livro, Julián Fuks trata do irmão adotado e da vida dos pais, que lutaram contra a ditadura militar na Argentina e se exilaram no Brasil.… Continuar lendo Julián Fuks: “A melhor maneira de resistir aos fatos é começar por assumi-los sem meias palavras”

Argentina, Colômbia, Comentário, Ficção, Notas de leitura

Notas de Leitura: Sobre Samanta Schweblin e Juan Gabriel Vásquez

Das boas leituras que tive neste final de ano, a argentina Samanta Schweblin (1978) e o colombiano Juan Gabriel Vásquez (1973), praticamente contemporâneos, reforçam a ideia de que há uma literatura vigorosa no continente. Seus livros recuperam a tradição narrativa de seus conterrâneos e trazem algo com uma lufada de urgência, ao recuperar gêneros e temas caros… Continuar lendo Notas de Leitura: Sobre Samanta Schweblin e Juan Gabriel Vásquez

Comentário, Ficção, Israel

Amós Oz se mostra irregular em “Judas”

A primeira vez que li Amós Oz foi em 1996. Não sei como cheguei a ele, talvez tenha lido alguma crítica na época sobre “Fima”, o livro lançado naquele ano. Após ler com entusiasmo, emprestei para uma amiga de faculdade e nunca mais o vi. "Fima" era algo novo, uma discussão potente sobre o conflito… Continuar lendo Amós Oz se mostra irregular em “Judas”

Brasil, Comentário, Ficção

Depois de “Como se Estivéssemos em Palimpsesto de Putas”, só resta ler mais Elvira Vigna

Meu primeiro contato com Elvira Vigna foi "Por Escrito" (Companhia das Letras, assim como todos os livros citados no texto). Li há cerca de dois anos. Não lembro como cheguei a ela, onde peguei a indicação, como me interessei por ela. Nunca consegui escrever sobre o livro. Fiquei meses tentando esboçar um texto, mas nada que eu… Continuar lendo Depois de “Como se Estivéssemos em Palimpsesto de Putas”, só resta ler mais Elvira Vigna