3 autoras refletem sobre seus tempos

Vivian Gornick, Karina Sainz Borgo e Virginie Despentes usam de suas experiências para narrar memórias e ficção em que o papel da mulher é central nas discussões.

Uma reportagem que se lê como um romance policial

O jornalista Philip Gourevitch reconstrói a história de um assassino de duas pessoas que nunca foi encontrado após o crime, em 1970.

Da biblioteca de casa: O cinema como Scorsese o vê

Entrevistado pelo crítico e documentarista Richard Schickel, Martin Scorsese usa sua verve para falar de técnicas, influências, cultura, tradições.

“A Marcha” revisita o movimento pelos direitos civis nos EUA

A trilogia, que já tem dois volumes lançados no Brasil, conta a história de John Lewis, hoje congressista, que nos anos 60 lutou ao lado de Martin Luther King pelo fim da segregação.

Gay Talese: um guia para ler o jornalista

A lista comenta os principais livros do jornalista que revolucionou gêneros como perfis e definiu como escrever longas reportagens.

Notas de Leitura 71

Nestas Notas, comento a respeito do segundo livro que li do argentino Pedro Mairal. Também escrevo sobre "Mars Club", de Rachel Kushner, e um conto do inglês Ian McEwan.

“Repórter”: ou as memórias de Seymour Hersh se tornam a nova bíblia do jornalismo

Em suas memórias, o jornalista Seymour Hersh repassa sua carreira e revela bastidores das suas reportagens. O livro "Repórter" mostra como peças clássicas, como a história do massacre de My Lai, no Vietnã, foram descobertas.

Notas de Leitura 69

Nestas notas, escrevo a respeito de "A Coisa Mais Próxima da Vida", ensaios de James Wood, e dos romances "Lake Success" e "Também os Brancos Sabem Dançar".

4 livros que precisam ser lidos para enfrentar a ameaça às liberdades

Em um momento de crise e ameaça às liberdades, o livro é uma forma de marcar posição contra a barbárie. Neste post, revisito quatro leituras recentes: Como as Democracias Morrem, Sobre o Autoritarismo Brasileiro, Como Curar um Fanático e Do Que É Feita a Maçã.

Em “O Ano do Macaco”, Patti Smith mantém tom reflexivo, mas acrescenta angústia a suas memórias

"O Ano do Macaco" traz uma Patti Smith envolta a três fatos que dominam a passagem de 2015 para 2016: a eleição americana e a possibilidade de perder duas pessoas muito próximas. Suas memórias se misturam a sonhos e viagens, enquanto tenta entender o que está acontecendo no ano em que chegou aos 70 anos.