Paraíso Perdido: HQ revisita poema de Milton com lirismo sombrio

O artista espanhol Pablo Auladell reinventa o poema clássico de John Milton e transforma "Paraíso Perdido" em uma obra de arte.

Anúncios

Enfim, “O Impostor”

Li "O Impostor" (Biblioteca Azul) na virada de ano, mas até agora não tinha conseguido sentar e escrever sobre o livro do espanhol Javier Cercas. Provavelmente, sairá aqui um apanhado de ideias reunidas sem muito nexo. O livro é inclassificável. Mistura de romance, jornalismo, sociologia, psicologia, ensaio, história, "O Impostor" avança no que Cercas já … Continue lendo Enfim, “O Impostor”

Cervantes e “Dom Quixote”: 400 anos de modernidade – Parte 2

A seguir, a entrevista com a hispanista Suelu Reis Pinheiro, que falou sobre Cervantes para a reportagem publicada em 2005, no quarto centenário do lançamento de "Dom Quixote". Este é o segundo post do especial do escritor. A primeira parte tem  a reportagem principal e a terceira consta de um artigo de uma especialista em … Continue lendo Cervantes e “Dom Quixote”: 400 anos de modernidade – Parte 2

Cervantes e “Dom Quixote”: 400 anos de modernidade – Parte 3

Para fechar ao especial sobre os 400 anos da morte de Cervantes, publico artigo de Maria Augusta da Costa Vieira, professora de literatura espanhola da Universidade de São Paulo e autora de “O Dito Pelo Não Dito: Paradoxos de Dom Quixote” (ed. Edusp). O texto foi uma encomenda para "O Tempo", como parte da reportagem especial … Continue lendo Cervantes e “Dom Quixote”: 400 anos de modernidade – Parte 3

Cervantes e “Dom Quixote”: 400 anos de modernidade – Parte 1

Em 2005, escrevi uma reportagem para "O Tempo" sobre os 400 anos de "Dom Quixote". Aproveitava o lançamento de uma edição especial do livro pela Real Academia Espanhola. No pacote, havia, além do texto principal, uma entrevista com uma especialista em literatura espanhola e um artigo de uma estudiosa da obra de Miguel de Cervantes. Reproduzo … Continue lendo Cervantes e “Dom Quixote”: 400 anos de modernidade – Parte 1

Uma viagem pelas aldeias da Catalunha

Se você gosta de relatos de viagem, precisa conhecer a coleção da Tinta da China, editora portuguesa, com especial dedicação a esse gênero. São mais de 30 livros, de autores como Alberto Moravia, Agatha Christie, Saul Bellow, Peter Carey, Henry Miller, Werner Herzog e Alberto Manguel, entre outros. As edições são caprichadas, com capa dura, … Continue lendo Uma viagem pelas aldeias da Catalunha

A experiência de Unamuno

Há pouco mais de sete anos, tive contato pela primeira vez com a obra do espanhol Miguel Unamuno. Foi com o romance "Abel Sánchez" (Record). Na época, escrevi um texto para o antigo blog. Abaixo, alguns trechos. ***** Esse livro estava na cabeceira fazia mais de ano, do que me arrependo. A obra do escritor espanhol (1864-1936) … Continue lendo A experiência de Unamuno

Da biblioteca de casa: “A Vida É Sonho”

"Nasce a fera, e muito cedo a humana necessidade ensina-lhe a crueldade, monstro de seu labirinto: e eu, com melhor instinto tenho menos liberdade?" ("A Vida É Sonho", Calderón)

Altarriba mergulha no passado do pai em relato comovente

O romance gráfico "A Arte de Voar" (Veneta) termina do mesmo jeito que começa: a cena de um homem de 90 anos que sai do seu quarto de um hospital e caminha até a janela da sala. Para, sobe no parapeito e pula. A cena impactante é resultado de anos de depressão do pai de … Continue lendo Altarriba mergulha no passado do pai em relato comovente

“Por que nos tempos escuros se escreve com tinta invisível?”, pergunta Neruda

Pablo Neruda não apenas construiu versos de amor e de cunho político, como os deixados nos livros "Cem Sonetos de Amor" e "Canto Geral", mas também fez de simples perguntas poesias, sem procurar respostas. Essas questões surgem em "O Livro das Perguntas" (CosacNaify, 2008), com tradução de Ferreira Gullar e ilustrações do espanhol Isidro Ferrer … Continue lendo “Por que nos tempos escuros se escreve com tinta invisível?”, pergunta Neruda