As melhores leituras de 2019

Selecionei 12 livros de tudo o que li neste 2019. Na lista, tem romance, HQ, memórias e reportagem.

“Repórter”: ou as memórias de Seymour Hersh se tornam a nova bíblia do jornalismo

Em suas memórias, o jornalista Seymour Hersh repassa sua carreira e revela bastidores das suas reportagens. O livro "Repórter" mostra como peças clássicas, como a história do massacre de My Lai, no Vietnã, foram descobertas.

Chabouté: a arte de contar histórias com o silêncio

Chabouté é o autor de "Solitário" e "Um Pedaço de Madeira e Aço", HQs que contam histórias com poucos ou nenhum diálogo e carregam sensibilidade a cada página.

Notas de Leitura 70

Virgem Depois Dos 30Classificado como mangá-documentário, esta obra pode ser traduzida como reportagem em quadrinhos, numa redução pobre. O japonês Atsuhiko Nakamura investigou uma estatística que assusta o governo: um em cada quatro homens solteiros são virgens. O que poderia ser uma porcentagem carregada apenas de curiosidade se revela uma questão social que foge do … Continue lendo Notas de Leitura 70

Notas de Leitura 69

Nestas notas, escrevo a respeito de "A Coisa Mais Próxima da Vida", ensaios de James Wood, e dos romances "Lake Success" e "Também os Brancos Sabem Dançar".

“A Ridícula Ideia De Nunca Mais Te Ver”: a dor de Rosa Montero e Marie Curie

Em "A Ridícula Ideia De Nunca Mais Te Ver", Rosa Montero escreve sobre a perda de seu companheiro e a história de Marie Curie, cientista vencedora de dois Nobel.

“Gideon Falls” expande o horizonte de Jeff Lemire

A série "Gideon Falls" traz um Jeff Lemire que investe em uma história que mistura religião, culpa e política. Até agora foram lançados três volumes, comentados neste post.

4 livros que precisam ser lidos para enfrentar a ameaça às liberdades

Em um momento de crise e ameaça às liberdades, o livro é uma forma de marcar posição contra a barbárie. Neste post, revisito quatro leituras recentes: Como as Democracias Morrem, Sobre o Autoritarismo Brasileiro, Como Curar um Fanático e Do Que É Feita a Maçã.

Em “O Ano do Macaco”, Patti Smith mantém tom reflexivo, mas acrescenta angústia a suas memórias

"O Ano do Macaco" traz uma Patti Smith envolta a três fatos que dominam a passagem de 2015 para 2016: a eleição americana e a possibilidade de perder duas pessoas muito próximas. Suas memórias se misturam a sonhos e viagens, enquanto tenta entender o que está acontecendo no ano em que chegou aos 70 anos.

Notas de Leitura 68

Estas Notas trazem rápidos comentários sobre "O Rei das Sombras", do espanhol Javier Cercas, "Assombrações", do italiano Domenico Starnone, e "Os Meninos de Nápoles", ficção de Roberto Saviano.