Argentina, Da biblioteca de casa

Da biblioteca de casa: Alberto Manguel

“Os livros dão uma identidade peculiar a um cômodo qualquer e são mesmo capazes de usurpar a identidade do proprietário – uma característica bem conhecida daquelas personalidades aparvalhadas que se deixam retratar à frente de uma parede coberta de livros, na esperança que lhe confiram algum lustro erudito. Sêneca zombava de leitores fanfarrões que confiavam obter prestígio intelectual com paredes assim; dizia-se a favor de um número reduzido de livros, e não das “prateleiras sem fim com que ignorantes decoram suas salas”.

(Alberto Manguel em “A Biblioteca à Noite”)

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O blog publicará em breve uma entrevista com Manguel, com um verbete inédito e exclusivo para seu “Dicionário de Lugares Imaginários”

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