Da biblioteca de casa, Inglaterra, Poesia

Da biblioteca de casa: “A Canção de Amor de J. Alfred Prufrock”

“Sigamos então, tu e eu,
Enquanto o poente no céu se estende
Como um paciente anestesiado sobre a mesa;
Sigamos por certas ruas quase ermas,
Através dos sussurrantes refúgios
De noites indormidas em hotéis baratos,
Ao lado de botequins onde a serragem
Se mistura às conchas das ostras:
Ruas que se alogam como um tedioso argumento
Cujo insidioso intento
É atrair-te a uma angustiante questão…
Oh, não perguntes: ‘Qual?’
Sigamos a cumprir nossa visita.”

(T.S. Eliot, “A Canção de Amor de J. Alfred Prufrock”)

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