Da biblioteca de casa: “Desonra”

“Ele vai se deitar cedo. No meio da noite, é acordado por latidos. Um cachorro em particular late insistentemente, sem parar; os outros acompanham, se aquietam, depois, para não se dar por vencidos, acompanham de novo.

‘Isso acontece toda noite?’, ele pergunta a Lucy, de manhã.

‘A gente acostuma. Desculpe.’

Ele sacode a cabeça.”

(“Desonra”, J.M. Coetzee)

 

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